3 imitações enganosas do amor


  • As crenças de uma pessoa sobre a natureza do amor irá afetar seus relacionamentos românticos. Aqui estão três imitações prejudiciais que as pessoas costumam confundir com amor:

  • 1. Desejo e gratificação

    Às vezes, o ego associa amor com desejo ou anseio, seguido da gratificação desses anseios. Segurança, gratificação sexual, valorização do ego – esses são apenas alguns dos anseios egoístas nos relacionamentos. Mas como a natureza humana é insaciável, o ego sempre vai acabar precisando de mais do que qualquer parceiro possa dar.

    Quando os esforços de um parceiro já não são suficientes para o ego, esse ainda lhe devolve a culpa.

  • 2. Reflexo do ego

    Em um relacionamento romântico, o ego não se preocupa tanto com o parceiro, quanto com o que o seu parceiro pensa sobre ele.

    Quando o relacionamento está intacto, o ego está atuando, jogando para conseguir que o parceiro acredite na imagem retratada. Quando o parceiro acredita na perfeição apresentada, isso traz satisfação ao ego, o deixa feliz. Mas ninguém pode fingir para sempre. Quando o parceiro vê algo diferente de uma imagem perfeita, o ego pode preferir fugir em vez de aceitar um reflexo imperfeito de si.

  • 3. Como uma droga

    As intensas emoções e excitações dos relacionamentos amorosos podem trazer uma sensação de euforia. Esta sensação por ser extremamente agradável pode agir como um fármaco. O apelo de todas as drogas é de ser um meio fácil de mascarar a dor e dificuldades da vida substituindo-as por uma sensação de êxtase. Mas, como todas as drogas, os níveis baixam, deixando o usuário com desejos intensos por mais e efeitos colaterais desagradáveis.

    Todas essas imitações de amor estão enraizadas no egoísmo. O ego escolhe essas imitações para justificar o seu comportamento egoísta e chamá-lo de “amor”. Mas o verdadeiro amor nunca é egoísta – é altruísta.

    O verdadeiro amor está enraizado na consciência de – e na crença no – valor sagrado do outro. Essa consciência de imenso valor de uma pessoa leva ao desejo de contribuir de forma abnegada. O verdadeiro amor não depende do desempenho de um parceiro tanto quanto depende de vontade própria de uma pessoa em olhar para dentro de si mesma e ver a verdade.

    Se um relacionamento está enraizado em algo que não seja o verdadeiro amor, ele ainda pode evoluir para o verdadeiro amor se e quando a pessoa dirigir a sua consciência interior e buscar compreender a natureza sagrada, valiosa de seu parceiro. O poder do amor é tal que, com a viagem para conhecer a natureza sagrada de um parceiro, uma pessoa acaba por conhecer a natureza sagrada de si mesmo.

    Traduzido e adaptado por Stael F. Pedrosa Metzger do original 3 deceptive imitations of love.

     “O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal;não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade;tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.”

    (1 Coríntios 13: 4-7)


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Simone Messina Gomez Facebook Twitter Imprimir

Simone Messina Gomez. Funcionária pública e escritora cristã. Membro da Igreja Bastista Nacional de Santa Maria, RS. Autora do livro O valor de estar solteiro e de muitos outros que estão por vir! Casada com Pedro Tasca Gomez. Ministramos seminários sobre Vida de solteiro, Romance Real e Santidade. Contato: simessina@gmail.com

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