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A paixão e a razão

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Quem já se pegou perdidamente apaixonado por alguém?

Essa semana eu li um texto do C.S.Lewis que falava sobre o nosso comportamento quando estamos apaixonados. E comentando com uma amiga, demos altas risadas sobre essas situações e eu resolvi escrever esse texto.

Pode parecer engraçado mas já me apaixonei tanto nessa vida que aprendi algumas lições e quero compartilhar com vocês.

Muitas vezes nos tornamos “vítimas” das consequências de atitudes precipitadas que tomamos durante esse período.

O mais engraçado é que fazemos coisas pelo outro que somos incapazes de fazer num contexto normal, não afetados pela paixão.

Se apaixonar é bom. Borboletas na barriga são incríveis (eu acho o máximo), mas desenvolver um pensamento maduro sobre a paixão é ter controle sobre as emoções e saber que a nossa vida continua seguindo o mesmo fluxo de antes. O trabalho, os estudos, as atividades, tudo continua normal. Mas como o foco passa a ser o outro, ignoramos aspectos muito importantes do dia a dia.

Arrisque, mas não entregue tudo de si. Sinta o momento e não tenha pressa. Se for recíproco, você vai ficar muito feliz. Mas senão for, terá que lidar com a frustração (o que às vezes é bem chato e demorado). “Apaixonar-se conscientemente (se é que é possível) nos protege e torna saudável um processo que se não for encarado com maturidade, pode ser desastroso. 

Se apaixone mas não “emburreça”. Existe vida após a paixão…hahaha Não se esqueça disso! 

Um forte abraço,

Carla Duarte

Instagram:@carladuarte.rj