A SUPERFICIALIDADE DO AMOR ROMÂNTICO

Vivemos num tempo chamado pós-modernidade. Tal momento é recheado de características singulares que não houve em outros tempos. Podemos destacar o imediatismo, o estresse, a rapidez da informação e também a superficialidade nos relacionamentos. E é exatamente essa última característica – que por sinal é prejudicial – que queremos destacar neste artigo.

A superficialidade do amor romântico é o que leva muitas pessoas a dizerem: “Não preciso de um pedaço de papel para provar que amo você.” Ou seja, o pensamento e a convicção que se tem é que o propósito de se casar e estabelecer uma família não contribui em nada para esse sentimento. E mais, esse aprofundamento na relação pode até prejudicá-lo, como se a ideia do casamento pudesse estragar toda essa euforia de um sentimento de paixão, que assemelha-se muito a um vento passageiro.

Quando a bíblia fala de amor, não fala do quanto você deseja receber, mas o quanto você pode se comprometer e se doar até mesmo sacrificialmente pelo bem da outra pessoa. Não é algo que está ligado tão somente ao prazer e à “felicidade a qualquer custo”, mas também a um compromisso sincero e profundo com o outro.

Não estamos falando contra o romantismo, mas contra a visão deturpada e excludente que muitos têm ao relacioná-lo com o casamento. É possível sim vivermos um amor profundo, romântico, mas ao mesmo tempo compromissado e sacrificial, onde o “para sempre”
está bem nítido e estampado nos corações.

Por isso, o amor não pode ser medido apenas pelo nível de desejo emocional, mas também pelo quanto se está disposto a aprofundar isso e sacrificar todas as outras opções pelo bem estar do outro.

Até a próxima!

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leandro