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O Amor

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Mas o fruto do Espírito é: amor…
Gálatas 5.22

O passo inicial para compreender como produzir o fruto do Espírito é que, nesse estilo de vida, todos os demais citados – e que caracterizo também como frutos – são consequência exclusiva do primeiro citado por Paulo em Gálatas: o amor. Se observarmos bem, na bíblia está escrito: “Mas o fruto do espírito é: o amor”. Desse modo podemos dizer que todos os demais – A alegria, a paz, a longanimidade, a benignidade, a bondade, a fidelidade, a mansidão e o domínio próprio – são uma manifestação do amor.

Minha preocupação agora é saber como manifestar amor em favor de mim mesmo, da minha espera, mas acima de tudo em favor do próximo. Jesus Cristo exemplifica muito bem isso no livro de João: “Eu lhes dou um novo mandamento: amem uns aos outros. Assim como eu os amei, amem também uns aos outros” (Jo. 13.34).

Talvez o que direi sobre amar possa te assustar, mas eu peço compreensão e paciência, pois estamos tratando de algo de valor.  O amor proposto por Cristo é mandamento e não unicamente um sentimento. Se esperarmos sentir amor aos próximos, muitos deles serão descartados por nossos valores, gostos e percepções pessoais de vida. Devemos amar uns aos outro como Jesus nos amou, e deste modo saberão que somos seus seguidores. Ora, como então eu aplico isso em esperar em Deus? Justamente no modo de pensar que eu devo amar o próximo acima de qualquer suspeita, erro, sem tomar reciprocidade como condição e não descartando-o de acordo com nossas percepções pessoais.

O fruto do espírito é o amor, logo não devemos isolar ele da relação com o único que nos ama em excelência: Jesus. E Amar como Jesus Cristo/Deus ama é perceber que não temos o direito de não acreditarmos nas pessoas ou de não acreditar em mim, pois trata-se de um mandamento.

Jesus, o penitente perfeito, o Cristo encarnado, salvador e produtor do fruto do Espírito em excelência é a nossa referência para esse estilo de vida em amor. Logo, produzir o fruto é estar sob o amor divino, acreditando sempre em mim e no próximo, e cumprindo o mandamento de Jesus.

Se o amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera e tudo suporta, que acreditemos nisso (1 Cor 13.7). Que o amor divino seja reflexo de nossos atos, nosso viver, nossa espera. E que o Espírito de Deus se manifeste de acordo com a constante caminhada do ato de esperar. Que permaneçamos firmes nesse propósito.