(In)Utilidades

Hoje eu estava pensando em compartilhar um artigo sobre as redes sociais e falar sobre a história de uma menina de 7 anos de idade uqe tenta durante horas mostrar um desenho que fez para seu pai no colégio, mas não consegui  pois ele esta ocupado no smartfone e não pode lhe dar atençao. Mas na proxima sexta devo contra essa historia pra vocês. Porém hoje quero compartilhar uma reflexão do Pe. Fábio de Melo sobre os relacionamentos, a qual recebi esses dias de uma amiga.

 

Ele diz o seguinte:

 

A utilidade é uma coisa muito cansativa. Você ter utilidade pra alguém é uma coisa muito cansativa. Está certo, realiza, humanamente falando é interessante você saber fazer as coisas, mas eu acredito que a utilidade é um território muito perigoso. Porque muitas vezes a gente acha que outro gosta da gente, mas não, ele tá é interessado é naquilo que a gente faz por ele.

A velhice é este tempo em que passa a utilidade e aí fica só o seu significado como pessoa. Pois nesse tempo temos a oportunidade de saber quem nos ama de verdade, pois só vai ficar do nosso lado até o fim aquele que, depois da nossa "utilidade", descobrir o nosso significado.

Se quer saber se uma pessoa te ama de verdade, é só identificar se ela seria capaz de tolerar a sua inutilidade. Quer saber se você ama alguém de verdade? Pergunte a si mesmo: "Quem nesta vida pode ficar 'inútil' para mim, sem que eu sinta o desejo de jogá-lo fora?"

Só o amor nos dá condição de cuidar do outro até fim. Feliz aquele que tem, ao final da vida, a graça de ser olhado nos olhos e ouvir a fala que diz: "Você 'não serve para nada', mas eu não sei viver sem voce

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Gustavo Pestana

Sou natural de Ilhéus-Ba, formado em psicologia e graduando em teologia. Membro da igreja batista da Urbis na minha cidade. Amo escrever e compartilhar o amor d Deus. No momento estou trabalhando com missões urbanas. Também trabalho em dois projetos sociais: Um que com crianças com câncer e um com crianças carentes.