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O Cristo que liberta

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Foi para a liberdade que Cristo nos libertou. Portanto, permaneçam firmes e não se deixem submeter novamente a um jugo de escravidão.
Gálatas 5.1

A carta de Paulo aos Gálatas nos leva refletir profundamente sobre um tema importante para a espiritualidade cristã: escravidão e liberdade. Quanto mais distantes de Jesus Cristo, mais próximos ficamos de cairmos nos vícios e fraquezas.

Portanto, não devemos permitir nossa queda na escravidão do mal, pois por hora isso pode nos impedir de identificar a opção de escolha pelo melhor. O domínio do pecado sobre nossas vidas pode criar vícios, sejam eles por jogos, bebida desenfreada, sexualidade exacerbada, sentimentos desenfreados, etc.

Para muita gente, o sentimento gerado pela queda na ação do pecado se torna quase irreversível. Por mais que reconheça a possibilidade de mudança, a fraqueza e o pecado estão super evidenciados em sua prática, nos afastando da vontade de Deus. É importante destacar que nesses casos os sentimentos se evidenciam de tal modo que geram frustração, algo que nos joga para o poço. Sabemos que podemos sair, as vezes até gritamos para ver se alguém ouve lá de cima, porém parece confortável ficar ali ao invés de buscar mudança.

Quando nos submetemos a realidade de Jesus Cristo como Salvador, devemos ter em mente o quão importante foi seu ato para a nossa liberdade. Cristo é o parceiro Divino-Humano de Deus na história. Seus atos testificam que libertação é possível e alcançável para todos. Assim como sua morte é a consumação da liberdade, a crença nesses ocorridos é o primeiro passo para identificação e correção do nosso ser (João 8.32 – 35).

Quando cremos que Jesus Cristo é necessário para mudanças, devemos identificar os gatilhos que nos fazem cair na ação do pecado. Qualquer que seja o vício ou a prática pecaminosa, é imprescindível descriminá-lo, em outras palavras é reconhecer que ele não pode nos definir como ser humano. Sabemos que a ação do pecado é inerente à nossa condição, mas podemos evitar isso reconhecendo o que nos seduz à prática.

Identificados os gatilhos, partimos para a ação! Não deixe brecha para que a escravidão volte a você. Evite ao máximo tudo aquilo que desperta sua fraqueza e continue perseverando em Jesus Cristo, pois não há maior amor que liberte nosso ser das garras das grandes adversidades.

Reconhecer que Jesus Cristo veio para nos libertar é viver à sombra do seu amor, que cobre e alcança tudo e todos. Vamos viver esse amor libertador, que cura, salva e redime nosso ser.