PAI! COMO EU ESTOU INDO?

São 06:45 da manhã é a pequena Jéssica acorda mais cedo que seu pais. A tempera é de aproximadamente 13ºC naquela manhã. Ela pega seu edredon e vai em direção ao quarto de seus pais, que ainda dormem bem agarradinhos no frio. Ao entrar no quarto Jel ri, pois o seu pai ronca e assobia ao mesmo tempo. Eles não acordam e ela tem um excelente plano: Pular na cama pra que eles acordem logo, pois aquele dia era um dia especial. Tudo está bem planejado. E ela se direciona ao meio da cama e começa a pular cantando:

“Hora de acordar preguiçinhas! Lá! Lá! Lá! É hora de acordar! Lá! Lá! Lá!…”

Sua mãe pede que ela desça naquele instante e seu pai apenas sorri e acha aquilo o máximo. Em meio às palavras, os pais de Jel olham para o relógio de parede do quarto e de forma sincronizada pulam da cama, pois lembram aquele dia era o da apresentação sobre a primavera e Jel precisa se vestir de flor.

Inicia-se a correria para que eles conseguissem arrumar ela a tempo.

Depois de alguns minutos Jéssica estava arrumada e seus pais já estavam a caminho da escola a qual era próxima da casa deles. Ao chegar ao auditório da escola, Jéssica é levada pela professora responsável para o palco, pois em 20 minutos iria iniciar a apresentação da peça que tinha com tema: É primavera!

Jéssica está muito nervosa, o seu pequeno coração batendo faz lembrar o de um pequeno pássaro com medo.Abrem-se a cortinas e ela começa a sua série de falas e danças. Ela declama a poesia sobre a alvorada das flores e coreografa com suas amigas, a música bom dia tulipas. Tudo muito belo. Ao final da apresentação a professora responsável juntamente com a diretora do teatro da cidade perguntam a Jel, como uma criança de apenas 8 anos de idade consegue não ficar tão nervosa e apresentar danças e declamações de forma tão perfeita. As palavras dela me impressionaram e por isso quero compartilhar com vocês.

Segue a baixo a fala dela:

– Tias, eu vi que o meu Pai estava ali em baixo! Ele estava no meio da platéia e sorria a cada passo meu, a cada fala minha, até quando eu escorreguei ele sorria! Eu percebi que ele boceja assim: “Filha, você vai consegui! Filha, nunca desista! Filha, Te amo!” O fato dele estar ali perto de mim, contemplando a minha apresentação de forma tão atenta e entusiasmada, me ajudou muito mais do que eu imaginava. Foi graça a simples presença dele aqui!

—x—

Utilizei dessa ficção pra compreendermos que todos os dias nós estamos diante de nosso Pai Celeste prestando um culto de louvor e adoração A ELE. Quando você vai a uma igreja você vai cultar ao PAI. É como se você estivesse num palco fazendo apresentações da melhor forma pra que o seu PAI ficasse feliz por ti!

Pra refletir:

· O que você tem apresentado ao Pai diariamente?

· Você tem ido a igreja pra assistir o culto ou pra prestar um culto?

Olhe nos olhos do Pai e perceba ele bocejar:

Eu te amo!

Estou torcendo por você!

Nunca Desista Filho e Filha

No amor de Cristo,

Gustavo Pestana

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Gustavo Pestana

Sou natural de Ilhéus-Ba, formado em psicologia e graduando em teologia. Membro da igreja batista da Urbis na minha cidade. Amo escrever e compartilhar o amor d Deus. No momento estou trabalhando com missões urbanas. Também trabalho em dois projetos sociais: Um que com crianças com câncer e um com crianças carentes.