Seriamos/somos negligentes?

O Senhor nos últimos tempos tem me incomodado muito sobre dois assuntos:

A volta de Jesus e nossa omissão como conhecedores da verdade que salva!


Não quero deter e tão pouco me ousar a fazer um estudo ou entrar na profundidade de argumentos bíblicos para falar sobre esse assunto. Pretendo apenas trazer questionamentos sobre nosso comportamento diário com algumas perguntas.

1) Quando alguém não crente lhe conta um problema da sua vida pessoal você costuma apresentar Jesus como a esperança e resolução dos problemas ou escuta e apenas aconselha segundo o seu entendimento?

Ex.: Uma empresária fala que pretende vender sua loja roupas por conta da crise financeira e abrir um empreendimento de doces e fastfood. Você recomenda um bom investimento? Fala sobre a política ou sobre Jesus?

2) Uma mulher falando sobre sua crise familiar e as dificuldades com seu marido(ou marido com sua esposa) no casamento. Você diz” Que cretino, v.., largue logo! OU “Apresenta a apalavra de Deus?”

3) Você costuma convidar pessoas para se converterem na igreja como se la fosse um local místico onde somente Deus pode falar OU convida pessoas para conhecerem a Jesus sempre que tem oportunidade de fazer convites de salvação e após a chama para ir numa reunião local no templo?

“A boca fala aquilo que esta cheio o coração!” (Mateus 12.34a)


A única ordem que Jesus nós dá “Ide!”, porém não ir pela sensação de sermos forçados a isso, mas por amor e por desejo de anunciar esperança e salvação ao perdido e ferido!

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Gustavo Pestana

Sou natural de Ilhéus-Ba, formado em psicologia e graduando em teologia. Membro da igreja batista da Urbis na minha cidade. Amo escrever e compartilhar o amor d Deus. No momento estou trabalhando com missões urbanas. Também trabalho em dois projetos sociais: Um que com crianças com câncer e um com crianças carentes.