Uma nota sobre o maldade


O mal não está além do homem, mas é a manifestação do coração perdido sem Deus. Somos bons em contraste ao mal inerente à raça humana, pois nossa resposta automática a tudo que nos machuca é má, porém ao encontrar “freios” sociais eficazes não prospera em seu propósito o mal.

Achamos que somos bons, quando na verdade basta algo nos ferir de forma voraz e tenebrosa que surgi quem nos realmente somos de fato: homens e mulheres que precisam de salvação de nossa herança natural decaída, a qual posso afirma: está inclusa em nossa DNA.

Ninguém lhe ensina a ser mal, você é mal, o que aprendemos não sermos mals, adquirimos condutas de “bondade”, “justiça” em meio às nossas trocas sócias e morais. Todavia, penso eu que a maneira mais eficaz de nos corrigir é conhecer com clareza nossa real, errante e desordeira condição decaída que em alguns casos é um reflexo claro de nossos comportamentos alheios.

Matar é errado? Bater no coleguinha é errado? Mentira é errado?…. etc

Isso tudo parece mudar quando achamos justificativas pra maquiar nossas falhas, bater em alguém que está estrangulando seu filho pequeno parece ser correto!

Devemos entender que fomos criados e devemos saber/conhecer nosso manual de uso próprio: a Bíblia.

Nela descobriremos a mais bela de todas histórias já contadas na terra. A história de um pai que decidiu morrer por pelo filho que mais amava, pois não suportava a ideia de tê-lo eternamente longe de casa.

Gustavo Pestana
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Sou natural de Ilhéus-Ba, formado em psicologia e graduando em teologia. Membro da igreja batista da Urbis na minha cidade. Amo escrever e compartilhar o amor d Deus. No momento estou trabalhando com missões urbanas. Também trabalho em dois projetos sociais: Um que com crianças com câncer e um com crianças carentes.

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