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Frustração como antagonista da perseverança

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Música para acompanhar a leitura: 126 – Projeto Sola

 

Portanto, não abandoneis a vossa confiança; pois nela há grandioso galardão. Em verdade vos afirmo que necessitais de perseverança, a fim de que havendo cumprido a vontade de Deus, alcanceis plenamente o que Ele prometeu.
Hebreus 10.35 e 36

A frustração é um grande infortúnio. É um estado sentimental de um indivíduo onde quando é impedido por outrem ou por si mesmo de alcançar satisfação ou exigência pulsional.

De maneira trágica, isso define estado pessoal de muitas pessoas atualmente. A exigência pessoal ou relativa a um compromisso, o resultado inesperado daquilo ou de alguém que se gosta, coisas como essas geram frustração e tristeza.

Para muitos, experiências frustrantes acabam definindo-os em partes. Todavia, o problema mora quando cultivamos o ocorrido como definição total e peso em medida daquilo que somos e vivemos. Por fim, a frustração torna-se algo que limita a perseverança, consome a esperança, e nos afasta da vontade de Deus aos poucos.

Quando nos submetemos há uma realidade Cristã, entendemos que Jesus é o valor no qual prezamos. A frustração se torna um motivo grandioso para esquecermos esse valor. “Portanto, não abandoneis a vossa confiança; pois nela há grandioso galardão”. Frustrações devem ser grandes lembretes pelo qual olhamos e pensamos: “por mais que doa, isso não deve abalar minha confiança”. Não há galardão maior vindo de Deus do que o amor próprio reconhecido pelo ato de Jesus em nosso favor. Esse deve ser o motivo de pelo qual optamos em preservar Cristo como valor de nossos atos.

Quando o autor da carta de Hebreus afirma “…em verdade vos afirmo que necessitais de perseverança, a fim de que havendo cumprido a vontade de Deus, alcanceis plenamente o que Ele prometeu.”, ele está destacando que por meio a tantas diversidades, o sacrifício de Cristo por amor a nós é definitivo sobre qualquer circunstância. Nos indica qual é o caminho a ser trilhado, e que Jesus Cristo é o alvo no qual devemos estar sempre atentos. Não há frustração que venha inibir o amor pelo qual Deus tem para conosco. Isso serve para entender que frustrações não nos definem como pessoas, pois é Jesus quem realiza isso.

Não condene a si mesmo por frustrações de outrem ou de exigências pessoais. É sempre importante reconhecer nossos limites mentais e físicos. É aí que mora Jesus Cristo como valor, pois reconhecer os limites pessoais mediante a qualquer ocorrido é compreender que Deus sempre trabalha para honrar aqueles que glorificam Seu Nome.

Persevere em Jesus! Não deixe que frustrações o façam desistir de seus sonhos e objetivos pessoais. Mas lembre-se sempre: não há maior valor que reconhecer Jesus como definitivo e superior à todas nossas adversidades.

 

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